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Primeiras - Film Festival & Video Art PDF Versão para impressão
Escrito por MAL   
Segunda, 15 Junho 2009 17:02
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Metal Day PDF Versão para impressão
Escrito por RPM   
Domingo, 31 Janeiro 2010 19:09
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" ...não vele a pena tentar explicar a quem não entende, pois esses também não fazem falta..."

Foi uma das frases conclusivas da conferência (com as participações, entre outros, de José Luís Peixoto-escritor, Henrique Raposo-cronista do Expresso, Nélson Santos-jornalista da revista Loud!),
que se deu neste dia de reunião de uma representativa tribo, para mais uma partilha de ambientes e simbolismos, e comemoração do estilo musical METAL.

Este estilo musical costuma fazer levantar a sobrancelha de preconceituosos, pois a unica mensagem superficial que captam é a de cabeludos violentos,
ou seja, está sujeito a críticas de sendo comum,
como qualquer outro objecto artístico que não conduza á massificação.
Como qualquer outro estilo de música que se preze, o Metal também se expande em diferentes nuances,
e é envolvente,
pressupõe entrega e paixão, faz sonhar com mundos românticos paralelos, e faz alusão ao nosso lado mais puro, intenso e natural.

É um corte, uma forma de cultura, um radicalismo, uma forma de estar, que se exterioriza e vive de diferentes formas,
não se impõe a ninguem, e só o entende quem consegue senti-lo.

Estivemos todos no mesmo espaço, a respirar um mesmo estado de espírito, mas respeitosamente a absorvê-lo de forma individual e particular.

Das 17h ás 3h da manhã o veludo, as rendas e o latex reinaram, 
na companhia de uma exposição de vários foto-jornalistas e de várias bandas de heavy-metal a servir de welcome gallery, da exibição do filme documentário Global Metal de Sam Dunn (que também já tinha realizado o Metal: a Headbangers Journey e o seu ultimo trabalho foi o Flight 666 dos Iron Maiden), e ao som de Bizarra Locomotiva, dos Moonspell, e do projecto "Opus Diabolicum" (banda de violoncelos e percussão, de covers dos Moonspell), 
os ingredientes estavam lançados para uma noite festiva, a ser passada em muito boa companhia.
 
chocante III ou nem por isso? PDF Versão para impressão
Escrito por RPM   
Domingo, 10 Janeiro 2010 16:30

...boa para ser aplicada aos bárbaros, vândalos, materialistas, inconscientes e não civilizados,
pois ainda há muitos sem a noção do conceito de TODO,
do respeito, e do pequeno papel individual de cada um!
Ninguém é dono do mundo, e temos sempre o "reizinho na barriga"!
Dever-se-á sempre fomentar a visita, usufruto, manutenção e contacto com o espaço natural,
mas feliz ou infelizmente precisamos de regras,
e tudo está sujeito a restrições e leis!
Algumas protegem-nos, não nos limitam só!
Sim á fiscalização, ao controle, e á protecção tanto do meio ambiente, como das pessoas que o visitam respeitosamente!
Há quem só aprenda a mal, com a experiência, ou com a prática de erros,
"por uns pagam outros",
mas também sempre foi difícil agradar a gregos e troianos!
Todos gostamos, uma vez ou outra, de fazer barulho, protestar, ser do contra, e não sermos imparciais,
mas também não vou contra uma lei só porque ela não me convêm!
É bom para não se continuar a alimentar os "nacionais porreirismos", e a nossa pequena "república das bananas" á beira-mar plantada,
mas também nunca se deverá permitir a privatização, a aplicação da lei só a alguns, e o encher sempre os bolsos......aos mesmos do costume!
Como, quem, porquê e quando?
O que é espaço público, privado, do estado e protegido?
Vagamente sei-o e verifico sempre a sinalização, 
mas estarei dependente e sujeita á interpretação de cada um em relação ás actividades "...recreativas, desportivas e culturais...",
ou posso sempre fazer uma caminhada e andar de bicicleta?

in Diário da República

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chocante II PDF Versão para impressão
Escrito por RPM   
Domingo, 10 Janeiro 2010 14:45


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- " A senhora precisa de consumir mais legumes…"

- " O meu carro consome muito óleo..."

Bem-vindos ao consumismo desenfreado!

Já a minha avó dizia “o barato sai caro”, e será mesmo assim?

Hoje em dia, sofremos de prevenção aguda quando adquirimos bens: vou comprar porque é barato, vou comprar porque pode ser preciso, vou comprar porque todos têm, vou comprar porque me aconselharam a fazê-lo, vou comprar porque quero estar na moda, vou comprar porque tenho dinheiro e posso gastá-lo!

Antigamente, a relação qualidade preço talvez realmente se verificasse e fizesse mais sentido, mas nos dias de hoje já há muitos artigos baratos de qualidade razoável, aceitável ou até boa, e há muitos artigos caros de qualidade normal ou até baixa, em que só estamos a pagar o nome, a marca, estamos a trabalhar para um alguém poder não trabalhar 8h diárias, fazemos publicidade gratuita ao que trazemos na t-shirt ao peito.

Somos meros instrumentos divulgadores de ideais e sensibilidades enganadoras.

Reagimos ao mais comum,

a escolha parece alternativa, individual e independente, mas apenas é fruto do que consumimos mentalmente, tanto de forma consciente como inconsciente.

Quase que temos a obrigação de seguir as tendências, porque quem não segue é olhado de lado, como que excluído, quem não segue dificilmente encontra, ou simplesmente deixou de existir, o que procura e sempre usou e sempre gostou,

somos convertidos automaticamente,

evangelização de costumes, hábitos e gostos.

Não somos originais, nem resistentes á influência.

Adaptação sem homogeneização.

Somos resultado da produção em série.

Muito se fala e critica, em conversas de café, a confissão e absolvição católica, mas não o fazemos todos os dias de outra forma?

Porque todos os produtos hoje em dia são anti barriga inchada, e contêm L casei imunitas, têm ómega 3, aloé vera e há o chá verde milagroso….? Quem disse que fazem bem a toda a gente, em todas as fases da vida e para todos os problemas?

Todas as minhas amigas na faixa etária dos 20-30 anos têm vergonha de ter um cabelo branco, porquê?

Sugiro um não geral e global!

Só um aparte: nas poucas visitas que fiz a locais públicos, no tão movimentado mês das festas, adorei ver que, ao som do Silent Night e do Happy Christmas war is over, as pessoas com sorrisos agarrados a agrafador, se atropelassem, gritassem umas com as outras, e se acotovelassem nas filas e para chegarem primeiro ás prateleiras e artigos que desejavam, antes de qualquer outra pessoa considerada sua rival!

Vamos aos saldos?!

C_O_N_S_O_M_E! 

 
chocante I PDF Versão para impressão
Escrito por RPM   
Quarta, 25 Novembro 2009 13:54
Burca

Hoje, uma manhã de chuva, enquanto conduzia a caminho do emprego, parei numa via, pois o carro que seguia á minha frente, lentamente, por ir sempre a olhar para o lado a tirar medidas a tudo o que do género feminino mexesse e alma viva fosse, parou brusca e repentinamente numa passadeira...para deixar passar...3 seres humanos do sexo feminino, de chapéuzinhos de chuva, botinhas de salto e cano alto por cima das calças de ganga extra apertadas na zona traseira, e de cabelos oxigenados e extensíveis......atrás destes seres artificiais e supérfluos vinha uma senhora de descendência africana e cega, que o IDIOTA com a patologia do pescoço sempre a olhar para o lado, de coração frio, má conduta e falta de educação e civismo, não deixou passar de forma consciente!
Simplesmente assustador, perturbador e repugnante!
Ao que chegámos!
 
Stencil Safari PDF Versão para impressão
Sábado, 25 Julho 2009 16:14
Chega o verão em tropel a LX e com ele a sempre bem vinda romaria de street artists estrangeiros ávidos de paredes entre desejos de sol e pulsões de cerveja. Apresento 3 trabalhos dos britânicos The Dotmasters *http://c6.org* na Rua Marechal Saldanha (vulgo rua de acesso ao Adamastor) na fachada do Restaurante Camponesa. Foram feitos em 3 dias intercalados por um mural para o Museu Nacional de História Natural na Politécnica.

Espreitem referências Dotmasters a Lisboa no twitter *http://twitter.com/dotmasters* e no flickr *http://www.flickr.com/photos/dotmasters/sets/72157621067984998*
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As outras duas peças estão na lateral do Palácio de Santa Catarina ao Miradouro homónimo e são da crew germânica Los Piratos que têm diversas obras espalhadas em Lisboa pela Bica, Bairro e Cais. Espreitem aqui *http://www.flickr.com/search/?s=int&w=all&q=los+piratos+&m=tags* e *http://streetfiles.org/search/Piratos/photos/page:2*. E vejam este :


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Pecha Kucha Lisbon PDF Versão para impressão
Quarta, 22 Julho 2009 13:51
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Pecha Kucha refere-se à expressão em japonês para conversa ou diálogo (os ingleses têm uma proposição que a resume melhor - chit chat; eu não quereria predar o termo ao atribuir-lhe em português a tradução como lengalenga, conversa miúda, de ocasião, circunstância ou passageira). Agora a expressão serve perfeitamente ao que os arquitectos Astrid Klein e Mark Dytham pretenderam com a criação das Pecha Kucha Nights numa já quase longínqua Tóquio em 2003. Um espaço em que criativos (artistas - dançarinos - designers - arquitectos - escritores - toda a massa humana que cria e que pretende partilhar o que cria) expõem o que fazem num conceito rápido de 20 segundos por cada diapositivo em rápida sucessão num total de 20 imagens, restrigindo cada apresentação a 6 minutos e 40 segundos, numa forma a que nunca assiste a dispersão a desatenção e o aborrecimento.

Agora um pouco de estatística, um pequeno olhar aos números. Neste momento 218 cidades no mundo organizam a sua Pecha Kucha Night no seio da organização, a um ritmo quase diário e em que coincidem, endemicamente, várias num mesmo dia. É um palco de criação e de partilha que acompanha paralelamente o rápido correr do tempo da actualidade e que revela o trabalho de mais de uma dezena de autores/noite num formato extremamente sedutor de comercial. Agora em Setembro as PKNL voltam ao Museu da Electricidade para uma sétima recarga e com o tempero de edição especial.

Acompanhem e assistam - seus pluridevoradores criativos :.

Site PechaKucha
Segmento Lisboa
Blog PechaKucha Lisboa
 
O som de Bristol PDF Versão para impressão
Escrito por Rafa   
Terça, 21 Julho 2009 11:09
É interessante reparar agora que rumando eu dessa cidade nas margens do Avon onde nasceu o trip hop *1, que traga no ouvido todo o mundo em som e não só essa música urbana de entre paredes da maior cidade do SW britânico *2. Nas ruas viam-se músicos aquiacolá de inócua música tocando, junto ao porto um tocador africano puxa e repuxa as cordas do seu instrumento, no Watershed soa soft rock, uma banda trashy toca algures num bar que me escapa nas alturas dos prédios, um jazzinho ressalta atrás de portas caras e ombros assustadoramente largos. Num pub inglês onde entrei para um tardio breakfast debita-se pop e servem-se Sagres, dos auriculares de um transeunte solta-se heavy e de alguns carros que passam salta pelo vidro hiphop.

Dentro de portas se vibra a festa pois as ruas sofrem quando o quase inexistente sol lhes cai em cima ou a chuva persiste. E assim fiz as minhas noites em música no Mr Wolfs, bar refrescante em cerveja e sons do mundo lá do sítio. Antes tinha passado por um pub para raptar uma pint e deslumbrei-me com uma video-jukebox. Servido a bitter e a ale inglesa entrecortada a Dragon Stout, Leffe e milhentas beberagens checas e japonesas de que me escapa o nome, danço no Mr Wolfs em três noites seguidas ao som de:

Loonaloop


Pepê Barcellos


E ainda Vamos Band, Gecko e Shadz - difíceis mas não impossíveis de triangular no YT - agora só não o quero. O som da cidade do som soa assim, suave e amplo. Como gosto.

*1 portishead, tricky, massive
*2 mild mild west segundo Banksy


+
http://www.myspace.com/loonaloop
http://www.myspace.com/pepebarcellos
 
Praia Aberta | Sábado | 18 de Julho PDF Versão para impressão
Escrito por Daniel   
Terça, 14 Julho 2009 23:37
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MAL convida...
Praia Aberta | Sábado | 18 de Julho | 19 horas | Praia da Rainha (Costa da Caparica) | Casa do Sol

Com areia entre os dedos, com os ombros quentes e um sorriso largo na face escolhemos ficar, ficar na praia, ficar entre amigos,

ficar na curiosidade de ver quem chega,
ficar na ansiedade de molhar o Sushi do MAL no wasabi de alguém, de escutar as sonoridades entrelaçadas de Oaktree e do Senhor Mute,
de ver as imagens ao relento no lençol esticado no praia.
A festa será de mar, mar de boca, cheiro de mar e olhar recheado de azul. Sob um lema, tão evidente quanto distante,
vivemos o sonho como em  Gui Boratto e aguardamos a Tua resposta.
Esta não é uma festa Waikiki. Esta é uma noite de Verão onde a curiosidade morre na boca, no sabor e nas palavras que se vão cruzando.

Esta é uma noite de Porta Aberta,
uma rubrica lançada pelo MAL em noites passadas por Lisboa ao longo de três anos.
Fugimos às muralhas da cidade, olhamos o azul de mar, na busca de matar a sede e encontramos-te em plena Praia da Rainha,
no bar Casa do Sol a partir das 19 horas para um jantar de Sushi que se prolongará pela noite dentro ao som de dois troca-discos exclusivos de vinil.

Sushi na Praia da Rainha + Oaktree + Mr. Mute + MAL = 10 euros*
Lotação limitada a 99 almas bronzeadas.

Responde por email para geral@movimentoacordalisboa.com incluindo número de pessoas que te acompanham (máximo total de3)

*bebidas não incluídas
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CCB Fora de Si 2009 PDF Versão para impressão
Escrito por Daniel   
Quarta, 15 Julho 2009 14:37
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Hoje, dia 15 o CCB estará aberto de lés a lés. 24 horas para iniciar as hostilidades de um certame que se quer rico. Durante 24 horas as portas estão escancaradas com uma oferta pautada pela pluralidade. Depois, depois será aproveitar de 16 Julho a 30 de Agosto. Vai!

 

Depois do Prémio especial TURISMO DE PORTUGAL em 2008,  o CCB Fora De Si organiza um programa orientado para a diversidade da criação artística nas suas múltiplas expressões no que actualmente se pode designar de transculturalidade.
A grande mobilidade entre os continentes, fruto do esbatimento das fronteiras, os movimentos de emigração e o incremento das correntes de informação são alguns dos factores que contribuem para a contaminação de culturas.
Os países em vias de grande desenvolvimento económico situados na Ásia, África, Austrália ou América do Sul e principalmente a produção cultural proveniente das grandes cidades como Mumbai, Tóquio, Níger etc. têm tido um papel fundamental na criação das novas redes de disseminação da cultura.
Esta realidade estende-se ao nível global e tem vindo a dominar a cena artística internacional com uma forte aderência do grande público, fenómeno que se manifesta claramente na world music, na dança/performance, no cinema e nas artes visuais.
O programa decorre entre meados de Julho até ao final de Agosto e elegemos dois continentes; a Ásia com produções oriundas de vários países: a Índia, o Tibete, o Japão e a China; e a África representada pela Nigéria, o Mali, a Etiópia, o Senegal, o Níger.
Também Portugal estará presente neste Festival. O CCB lançou o programa intitulado Belém Urbana, numa consulta aos criadores residentes no país e seleccionou os melhores projectos para integrarem o Festival.
À semelhança do passado ano, a Praça do Museu será o centro das principais manifestações e não esquecemos os jardins, o caminho pedonal, a entrada e a diversidade dos espaços que este complexo arquitectónico oferece.
Nos fins-de-semana de Julho, estando a decorrer a Lisbon Jazz Summer School, as actividades apresentam uma estreita relação com o jazz quer através da realização de vários concertos quer com os ateliers organizados pela Fábrica das Artes (serviço educativo) para as famílias e crianças.
Agosto oferece grandes concertos ao ar livre, espectáculos de dança /performance, cinema de autor, artes visuais e artes de rua em vários locais.
 
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